Esse será apenas um dos artigos que postarei a respeito desse estilo musical grandioso: o Doom Metal.
Conheci por acaso. Na época em que ainda frequentava lan houses e jogava o famoso e famigerado Counter Strike (CS para os mais íntimos), sempre ouvia um som de algumas bandas que tinham nos computadores, e um dia conheci por acaso uma banda chamada Theatre of Tragedy. Foi amor à primeira vista. A Rose for the Dead era a música. Aquele andamento cadenciado, lento, aqueles sentimentos de tristeza em contraponto ao do ódio, definitivamente fora algo que me fisgara de pronto.
Gravei um cd com outras músicas, e no pacote vieram algumas bandas reconhecidíssimas no cenário, como Tristania, Trail of Tears, Lacuna Coil, entre outros, bandas essas que ainda hoje acompanho com prazer. Sei que essas três últimas não se inserem exatamente no contexto do que seria o Doom Metal e se aproximam mais do Gothic Metal (outro estilo musical que me agrada bastante), mas são bandas de qualidade ímpar que ainda hoje fazem um trabalho de respeito, apesar da mudança no som praticado.
Alguns anos se passaram e conheci outra modalidade desse estilo, que é o Death/Doom Metal, e como a maioria dos doomsters, conheci logo os grandes nomes: My Dying Bride, Paradise Lost e Katatonia.
Minha banda favorita, geral, independente do estilo. Aquela que fica no topo independente da mudança que ocorreu entre seus álbuns, e adoro todos com um fascínio especial: claro que estou falando do My Dying Bride!
E de tão especial, receberá um post dedicado.
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